Ciranda política
Nos bastidores da política as conversas e análises começam a ficar mais frequentes e o caldeirão começa a esquentar. Estratégias, armações, amarrações, frituras. defenestrações, articuladores, bruxos e palpiteiros, financiadores, tudo faz parte desta receita para se conquistar o poder. Vamos a algumas ponderações dos partidos e dos nomes que estão na lista para o próximo baile. Resta saber quem será convidado para o baile, com quem irá dançar e quem literalmente irá dançar sem entrar no baile.
PP – Partido do prefeito Magno Bollmann que deverá concorrer à reeleição, evidentemente que sem repetir o vice que o abandonou no meio do caminho. É o partido do PIB, de quem tem dinheiro e banca uma campanha. Financeiramente é disparado o com mai$ poder de fogo $$$. Pode se dar ao luxo de escolher com quem dançar e os pretendentes são muitos para ocupar o cargo que Flávio Schuhmacher esnobou. Com os tucanos poderá contar com Geraldo Weihermann, presidente do SAMAE e apontado por todos como o mais eficiente colaborador da atual administração. Impôs uma gestão moderna e de resultados frente ao SAMAE, tem em caixa R$ 3.900.000,00 para gastar em obras já neste início de ano, antes mesmo de se desincompatibilizar.
DEM - O vereador e médico Antonio Thomazini é outro bola da vez e que mais densidade política ganhou com a debandada de seus ex-companheiros para o PSD. Foi o grande beneficiado em se manter fiel ao DEM. Muito se fala em seu nome para cabeça de chapa e com Geraldo Weihermann (PSDB) de vice. Dizem que ele estaria mordido pela mosca azul. Uma nova dupla, novas propostas. Resta saber como reagirão os caciques e financiadores de campanha num confronto seu direto com Magno Bollmann. Também a dupla teria que ir buscar recursos para enfrentar o embate já que filiados e caciques não são de por muito a mão no bolso. Há os que digam que Thomazini estaria blefando para conseguir a vice de Magno.
PSDB – O nome forte realmente é de Geraldo Weihermann, o coringa destas eleições que pode tanto servir a um como outro. Seu nome ganhou as ruas pela realização de obras e gestão. Já foi do PP e num momento de arroubo, bateu de frente com os grandes caciques, deixou o partido e se lançou candidato a deputado estadual pelo PSDB. Voltou às boas e integrou a coligação que elegeu Magno Bollmann. Ganhou a presidência do SAMAE e soube aproveitar. Vejamos. Poderá ser vice de Magno (PP). De Thomazini (DEM), batendo de frente contra o PP e PMDB, o que reforçaria a tese de que quem levaria vantagem nesta situação seria logicamente o PMDB. Num eventual descarte e fritura poderia ser uma carta na manga para o PMDB que poderá tê-lo como vice, o que é bem visto por muita gente. Mais uma vez duas novidades. Fernando Tureck (PMDB) e Geraldo (PSDB). Geraldo também tem a possibilidade de disputar uma cadeira para a Câmara de Vereadores, que lhe agregaria conhecimentos e fortaleceria seu nome para a próxima disputa.
PT – Carece de nomes. Para o lado que pender irá somar legenda e talvez eleger um vereador. Nada mais que isso.
PSD – Tem no comando Flávio Schuhmacher o vice de Magno com quem politicamente está rompido. Era, a esperança e a renovação política em quem muitos apostavam. Desapontou, não disse a que veio. Não aceitou ser Secretário da Saúde nem da Administração. Também anunciou que não seria mais o vice, mas não largou nem o cargo e nem o salário. Deixou muitos companheiros no DEM e fundou o PSD. Resta saber hoje se teria condições de ser cabeça de chapa e quem iria compor de seu vice? Chapa pura seria um verdadeiro suicídio político. Ele ser vice de algum outro, como confiar? Como dizem seus próprios companheiros talvez disputar uma vaga para a Câmara de Vereadores. Embora seja o partido do governador do Estado é o que menos chances tem de coligar em nível municipal. Também carece de nomes.
PSB – Perdeu seu principal líder o vereador Marco Viliczinski, agora no PSD que nas últimas eleições fez mais de 6.000 votos para deputado estadual.
PMDB – Discurso novo, candidato novo. O médico Fernando Tureck, filho do ex-prefeito Genésio Tureck, em quem muitos apostam na herança política, não deverá ter no nome do pai a força dos votos até porque as novas gerações de eleitores sequer lembram quem foi Genésio e também quais suas obras. É bom de conversa e tem bons projetos. O partido é de grande poder de mobilização. Em chapa pura ou misturada é o principal adversário do PP. Na pura fará o discurso que não terá compromissos com outros partidos na repartição de cargos e saberá explorar o episódio da coligação que elegeu Magno em palanque. Numa eventual reviravolta poderá chamar Geraldo Weihermann para compor de vice, montando assim também uma dupla nova e sendo a principal novidade da política local. Possui muitos nomes para a vereança e deverá polarizar a disputa com o PP. Leva grande vantagem com o lançamento de outras candidaturas.
As outra siglas e nomes que estão na ciranda me desculpem são mera especulação e poderão servir apenas como coadjuvantes e no máximo conseguir uma cadeira na Câmara de Vereadores e alguns cargos na futura administração.
PP – Partido do prefeito Magno Bollmann que deverá concorrer à reeleição, evidentemente que sem repetir o vice que o abandonou no meio do caminho. É o partido do PIB, de quem tem dinheiro e banca uma campanha. Financeiramente é disparado o com mai$ poder de fogo $$$. Pode se dar ao luxo de escolher com quem dançar e os pretendentes são muitos para ocupar o cargo que Flávio Schuhmacher esnobou. Com os tucanos poderá contar com Geraldo Weihermann, presidente do SAMAE e apontado por todos como o mais eficiente colaborador da atual administração. Impôs uma gestão moderna e de resultados frente ao SAMAE, tem em caixa R$ 3.900.000,00 para gastar em obras já neste início de ano, antes mesmo de se desincompatibilizar.
DEM - O vereador e médico Antonio Thomazini é outro bola da vez e que mais densidade política ganhou com a debandada de seus ex-companheiros para o PSD. Foi o grande beneficiado em se manter fiel ao DEM. Muito se fala em seu nome para cabeça de chapa e com Geraldo Weihermann (PSDB) de vice. Dizem que ele estaria mordido pela mosca azul. Uma nova dupla, novas propostas. Resta saber como reagirão os caciques e financiadores de campanha num confronto seu direto com Magno Bollmann. Também a dupla teria que ir buscar recursos para enfrentar o embate já que filiados e caciques não são de por muito a mão no bolso. Há os que digam que Thomazini estaria blefando para conseguir a vice de Magno.
PSDB – O nome forte realmente é de Geraldo Weihermann, o coringa destas eleições que pode tanto servir a um como outro. Seu nome ganhou as ruas pela realização de obras e gestão. Já foi do PP e num momento de arroubo, bateu de frente com os grandes caciques, deixou o partido e se lançou candidato a deputado estadual pelo PSDB. Voltou às boas e integrou a coligação que elegeu Magno Bollmann. Ganhou a presidência do SAMAE e soube aproveitar. Vejamos. Poderá ser vice de Magno (PP). De Thomazini (DEM), batendo de frente contra o PP e PMDB, o que reforçaria a tese de que quem levaria vantagem nesta situação seria logicamente o PMDB. Num eventual descarte e fritura poderia ser uma carta na manga para o PMDB que poderá tê-lo como vice, o que é bem visto por muita gente. Mais uma vez duas novidades. Fernando Tureck (PMDB) e Geraldo (PSDB). Geraldo também tem a possibilidade de disputar uma cadeira para a Câmara de Vereadores, que lhe agregaria conhecimentos e fortaleceria seu nome para a próxima disputa.
PT – Carece de nomes. Para o lado que pender irá somar legenda e talvez eleger um vereador. Nada mais que isso.
PSD – Tem no comando Flávio Schuhmacher o vice de Magno com quem politicamente está rompido. Era, a esperança e a renovação política em quem muitos apostavam. Desapontou, não disse a que veio. Não aceitou ser Secretário da Saúde nem da Administração. Também anunciou que não seria mais o vice, mas não largou nem o cargo e nem o salário. Deixou muitos companheiros no DEM e fundou o PSD. Resta saber hoje se teria condições de ser cabeça de chapa e quem iria compor de seu vice? Chapa pura seria um verdadeiro suicídio político. Ele ser vice de algum outro, como confiar? Como dizem seus próprios companheiros talvez disputar uma vaga para a Câmara de Vereadores. Embora seja o partido do governador do Estado é o que menos chances tem de coligar em nível municipal. Também carece de nomes.
PSB – Perdeu seu principal líder o vereador Marco Viliczinski, agora no PSD que nas últimas eleições fez mais de 6.000 votos para deputado estadual.
PMDB – Discurso novo, candidato novo. O médico Fernando Tureck, filho do ex-prefeito Genésio Tureck, em quem muitos apostam na herança política, não deverá ter no nome do pai a força dos votos até porque as novas gerações de eleitores sequer lembram quem foi Genésio e também quais suas obras. É bom de conversa e tem bons projetos. O partido é de grande poder de mobilização. Em chapa pura ou misturada é o principal adversário do PP. Na pura fará o discurso que não terá compromissos com outros partidos na repartição de cargos e saberá explorar o episódio da coligação que elegeu Magno em palanque. Numa eventual reviravolta poderá chamar Geraldo Weihermann para compor de vice, montando assim também uma dupla nova e sendo a principal novidade da política local. Possui muitos nomes para a vereança e deverá polarizar a disputa com o PP. Leva grande vantagem com o lançamento de outras candidaturas.
As outra siglas e nomes que estão na ciranda me desculpem são mera especulação e poderão servir apenas como coadjuvantes e no máximo conseguir uma cadeira na Câmara de Vereadores e alguns cargos na futura administração.
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