PAPUDA 2014
Cama de campanha desarmada. Cama beliche em oferta na Casa Democracia. Cama de cimento na ordem do dia. Cama de cela sem alforria. Baião de dois. Couve refogada. Angu legislativo. Revirado palaciano. Prato cuiabano. País? Republicano! Povo? Mais uma vez enganado! Eleitorado? Preterido! Estado? Desgovernado! Colarinho engomado? Reeditado! Sono da tranqüilidade. Pesadelo da realidade. Travesseiro da corrupção. Fronha da sofreguidão. Funil em decantação. “Mensaleiros” de um outro “mensalão”. Mestres sem sala. Companheiros de uma mesma ala. Aprendizes da negociata em escala. Malas de rodinhas. Partidas sem bandeirinhas. Maleiros de um mato sem cachorro. Conselheiros de um mesmo tesouro. Ouro cigano. Passageiros algemados. Cano? Cana! Para a Papuda foi mais uma dupla carimbada. Na Papuda estará mais de uma facção sorrateira desarticulada. Na Papuda a rivalidade é menos acirrada. Na Papuda a cama é de espuma e o banho é sem ...