sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Tá ruim, mas tá bom

Mesmo com alta do dólar, gastos no exterior batem recorde para setembro

No mês passado, despesas no exterior somaram US$ 2,38 bilhões.
Até setembro, gastos também batem recorde ao somar US$ 19,64 bilhões.

Alexandro MartelloDo G1, em Brasília
O dólar mais alto encarece as passagens e os hotéis cotados em moeda estrangeira, além dos produtos comprados lá fora
A forte alta do dólar registrada no mês passado não impediu que os brasileiros continuassem gastando fortemente no exterior. Segundo números divulgados nesta sexta-feira (24) pelo Banco Central, as despesas lá fora somaram US$ 2,38 bilhões no mês passado, novo recorde para meses de setembro.
O recorde anterior, para setembro, havia sido registrado em 2013 (US$ 2,14 bilhões em despesas no exterior). O gasto de setembro deste ano também foi o segundo maior para todos os meses, perdendo apenas para julho deste ano (US$ 2,41 bilhões). A série histórica do BC para as contas externas tem início em 1947.
Dólar dispara em setembro
O recorde de gastos de brasileiros no exterior para meses de setembro aconteceu em um mês de forte alta do dólar. No mês passado, o dólar avançou 9,33%, fechando em R$ 2,44. Foi a maior valorização mensal da moeda norte-americana desde setembro de 2011, quando o avanço foi de 18,15%, segundo a agência Reuters.
No fim do ano passado, a moeda americana estava cotada ao redor de R$ 2,34. Em janeiro e fevereiro deste ano, oscilou por volta de R$ 2,40. Em agosto deste ano, o dólar teve queda de 1,36% em relação ao fim de julho, fechando o mês passado em R$ 2,23.
O dólar mais alto encarece as passagens e os hotéis cotados em moeda estrangeira, além dos produtos comprados lá fora. Segundo analistas, entre os fatores que impulsionam as despesas de brasileiros no exterior estão o aumento da renda no Brasil e os preços mais baratos de produtos em outros países.

"O dólar tem um impacto [nos gastos]. A gente sabe que essa conta é sensível à variação do dólar. É possível que um dólar mais elevado, mais caro, como o registrado no ultimo mês, venha a se refletir nos [gastos dos] próximos meses. Há uma defasagem porque as pessoas se programam com uma certa antecedência [para viajar]. Há um crescimento, mas também há uma moderação", declarou o chefe do Departamento Econômico do BC, Tulio Maciel.
Especialistas lembram, porém, que as famílias planejam as viagens ao exterior com certa antecedência, de modo que a forte alta do dólar registrada no mês passado pode ter pego de surpresa parte dos viajantes (aqueles que não compraram moeda norte-americana de antemão). Também encareceu os gastos com cartões de crédito e débito no exterior.
Alta do IOF
As despesas de brasileiros no exterior batem recordes mesmo com a adoção, no fim de 2013, de medidas para conter esses gastos. A alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) – incidente nos pagamentos em moeda estrangeira feitos com cartão de débito, saques em moeda estrangeira no exterior, compras de cheques de viagem (traveller checks) e carregamento de cartões pré-pagos – foi elevada de 0,38% para 6,38% no fim do ano passado. Com isso, essas operações passaram a ter a mesma tributação dos cartões de crédito internacionais.
Acumulado do ano e histórico
Segundo os números do BC, as despesas no exterior também bateram recorde nos nove primeiros meses deste ano, quando somaram US$ 19,64 bilhões. O recorde anterior foi registrado no mesmo período de 2013, quando os gastos de brasileiros lá fora somaram US$ 18,64 bilhões.
Em 2013, os gastos de brasileiros no exterior somaram US$ 25,3 bilhões e bateram recorde para um ano inteiro, contra US$ 22,2 bilhões nos 12 meses anteriores. Em 2011, as despesas dos nossos turistas lá fora haviam somado US$ 21,2 bilhões.
Até 1994, quando foi criado o Plano Real para conter a hiperinflação no país, os gastos de brasileiros no exterior não tinham atingido a barreira dos US$ 2 bilhões. Mas, naquele ano, quando o real foi ao equiparado ao dólar, as despesas somaram US$ 2,23 bilhões. Entre 1996 e 1998, elas oscilaram entre US$ 4 bilhões e US$ 5,7 bilhões.
Com a maxidesvalorização cambial de 1999 e o dólar ultrapassando R$ 3 em um primeiro momento, as despesas lá fora também ficaram mais caras. Os gastos voltaram a recuar e ficaram, naquele ano, próximo de US$ 3 bilhões.
As despesas de brasileiros fora do país voltaram a atingir a barreira de US$ 5 bilhões por ano apenas em 2006. Desde então, têm apresentado forte crescimento: em 2007, 2008 e 2009, atingiram, respectivamente, US$ 8,2 bilhões, US$ 10,9 bilhões e US$ 10,8 bilhões.

Feijoada no Alpenbier


Um lado, outro lado - Você decide

Faltam dois dias. Em se tratando de política muita coisa ainda pode acontecer. Mas, na improbabilidade de uma "bala de prata" (aquele argumento capaz de mudar o  sentido do voto), parece que as pedras estão todas lançadas. É hora de sacramentar a escolha. As posições estão clarificadas: os dois projetos têm linha programáticas  distintas e o eleitor não tem como se enganar.

Mesmo que a Realpolitik tenha empurrado o PT para o centro-esquerda, não há dúvidas: é uma escolha entre esquerda e direita. De um lado está um projeto que propõe a soberania nacional e diminuição das desigualdades sociais. De outro está um programa centrado na lófica do mercado e propenso a rezar pela cartilha (neo) liberal. Os dois modos de governar também não representam novidade. É só lembrar FHC e Lula.

Muitos eleitores permanecem silenciosos. E entre os ruidosos há dois campos distintos. A força do PT vem da ação de uma militância que valoriza a práxis constante. Isso faz diferença. O PSDB conta com seus militantes e tem fileiras engrossadas por aqueles que querem ver o partido dos trabalhadores fora de Brasília (estes últimos são pontuais e, por isso, politicamente menos consistentes.

Houve muito factóides e poucos fatos. O termo "desconstrução) entrou para a semântica das eleições e a tática foi usada pelos dois lados. O tucano insistiu na questão da corrupção (vide o caso Petrobrás) e, em alguns momentos, foi agressivo com a Presidente, a quem chamou de mentirosa e leviana, por exemplo. Errou. Pesquisa divulgada diz que 71% dos eleitores reprovam essa agressividade.

Do ponto de vista da desconstrução da imagem, os marqueteiros de Dilma Roussef tiveram menos trabalho. É que em termos de percepção pública, Aécio Neves tem a guarda aberta em muitos pontos. Independentemente da veracidade ou não dos fatos, questões como o aeroporto nas terras da família, a droga, a bebida ou a violência doméstica colaram na sua imagem.

Resumo da ópera: houve muito tiroteio e poucas propostas. Com escolher? Esse é o abacaxi que o eleitor terá para descascar. Boa sorte.
(José António Baço- A Notícia 23/20 - pág.2)

Geraldo Weihermann - Comunicado


Comunico que,  terminando o período de campanha eleitoral, onde solicitei exoneração de meu cargo de Secretario Municipal de Desenvolvimento Econômico, não retornarei ao cargo.
Minha decisão é pessoal e me dedicarei aos meus negócios.
Nos últimos cinco anos dediquei a maior parte de meu tempo ao serviço público, quer seja a frente da administração do SAMAE, como Vereador e por último como Secretário, além da presidência do PSDB, que me fizeram deixar em segundo plano minha empresa, por isso, decidi que chegou a hora de voltar a focar nos negócios.
Agradeço a confiança do Prefeito Fernando Tureck, que me convidou a permanecer na equipe, mas decide comunicar minha decisão nesse momento, independente dos resultados eleitorais.

Atenciosamente
Geraldo Weihermann

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Manifesto de professores universitários de SC de apoio à Dilma


Professores universitários de Santa Catarina subscreveram um manifesto de apoio a reeleição da presidente Dilma Rousseff. O documento tem o seguinte teor e os apoiadores:

“Manifesto dos Professores Universitários de Santa Catarina em apoio à Dilma – 13
Desde 2003, com os governos Lula e Dilma, o Brasil está se tornando um país mais justo e menos desigual. Milhões de pessoas conquistaram um novo patamar de cidadania, estando em curso a construção de uma sociedade efetivamente democrática e autônoma. A base dessa transformação é o modelo de desenvolvimento com inclusão social de todos. A política econômica deixou de ser um instrumento a serviço dos capitais especulativos e passou a apoiar os projetos de desenvolvimento do país. A política social passou a priorizar o atendimento das populações pobres e excluídas, visando contribuir para a erradicação dos flagelos da fome e da pobreza. A política educacional pública busca enfrentar um passado não muito distante em que o acesso à educação superior era privilégio de poucos. Mesmo diante de limitações orçamentárias e problemas estruturais que atravessam historicamente a sociedade brasileira, é inegável a mudança qualitativa da política educacional superior em nosso país nos últimos 12 anos.
Neste período os governos Lula e Dilma criaram 18 novas universidades federais e mais de uma centena de campi, além de milhares de estudantes atendidos em programas como PROUNI e Ciência Sem Fronteiras, onde mais de 100 mil graduandos tiveram a oportunidade de estudar no exterior, além de programas especiais que garantem a permanência nas universidades públicas de estudantes oriundos de famílias de baixa renda.
A universidade brasileira vive hoje o período mais fértil de sua história. Por isso não queremos retrocesso. Todas essas ações fazem parte do governo de um país que está se inserindo no cenário internacional de forma soberana e defendendo os interesses de seu povo. Isso é possível porque o Estado passou a ser republicano e deixou de ficar refém de grupos oligárquicos tradicionais que o utilizavam para obter mais benefícios privados. Entendemos que são exatamente estas conquistas da sociedade brasileira que estão em jogo no segundo turno das eleições presidenciais, uma vez que o retorno do PSDB ao poder significa o retorno ao modelo neoliberal econômico e político, bem como o retorno das oligarquias e da própria segregação social. Este último ponto ficou claro em manifestações recentes de líderes desse partido (PSDB) que atribuíram os votos de Dilma aos povos dos grotões que votam no PT porque são muito desinformados.
Por tudo isso, nós professores universitários de Santa Catarina abaixo assinados, votamos em DILMA 13 no segundo turno das eleições presidenciais:
Ademir Antonio Cazella – CCA/UFSC
Ademir França – Arquitetura e Urbanismo/UNESC
Adriana Alves Silva – Depto. Metodologia de Ensino/UFSC
Adriana da Costa – Colégio de Aplicação/UFSC
Adriana Marques Rossetto – Arquitetura e Urbanismo/UFSC
Adriano H. Nuernberg – Depto. Psicologia/UFSC
Adriano Luiz Duarte – Depto. História/UFSC
Alcides Goularti Filho – UNESC
Aldo Fernando Assunção – UNESC
Alessandro Pinzani – Filosofia/UFSC
Alexandra Finotti – DENS/CTC/UFSC
Alicia Norma González de Castells – Antropologia/UFSC
Alfredo Celso Fantini – UFSC
Almir Pedro Sais – Psicologia/CESUSC
Amanda Miranda – Jornalismo/Bom Jesus/IELUSC
Ana Carolina Bordini Brabo Caridá – Instituto Federal Catarinense/Campus Rio do Sul
Ana Lucia Cardoso – UNESC
Ana Lice Brancher – Colégio de Aplicação/UFSC
Andre Avila Ramos – CCB/UFSC
André Cechinel – UNESC
Andréa Zanella – Psicologia/UFSC
Antero Reis – Depto. História/UDESC
Angela Derlise Stübe – Campus Chapecó/UFFS
Antonella Maria Imperatriz Tassinari – UFSC
Antonio Alberto Brunetta – Depto. Metodologia de Ensino/UFSC
Antonio Carlos Alves – UFSC
Antonio Munarim – EED/CED/UFSC
Antonio Serafim Pereira – UNESC
Arcângelo Loss – UFSC
Ariane Kuhnen – Psicologia/UFSC
Armando Borges de Castilhos Junior – CTC/UFSC
Armi Maria Cardoso – CED/UFSC
Ary Cesar Minella – Depto. Sociologia e Ciência Política/UFSC
Barbara Giese – Dep. História – UDESC
Beatriz Mamigonian – História/UFSC
Beatriz Paiva – Serviço Social/UFSC
Biange Cabral – CEART / UDESC
Brigida Miranda – CEART / UDESC
Carmen Rial – Antropologia/UFSC
Carla Rosane Bressan – Depto. Serviço Social/DSS/CSE/UFSC
Carlo Alberto Marques – CED/UFSC
Carlos Antonio Oliveira Vieira – Depto. Geociências/UFSC
Carlos Augusto Campos – Depto. de Arquitetura e Urbanismo/Aposentado/UFSC
Carlos Augusto Euzébio – UNESC
Carlos de Barros Montez – Depto. Automação e Sistemas/CTC/UFSC
Carlos José Espindola – GCN/UFSC
Carlos Pinheiro – Depto. Pediatria/UFSC
Carlos Renato Carola – UNESC
Catarina Gewehr – Depto. Psicologia/FURB
Celso Kraemer – Depto. Ciências Sociais e Filosofia/FURB
Celso Francisco Tondin – Curso de Psicologia e Programa de Pós-Graduação em Educação da Unochapecó
Cesar Pompêo – Depto. Engenharia Sanitária e Ambiental/UFSC
Clarissa Franzoi Dri – Depto. Economia e Relações Internacionais/ UFSC
Clarissa Laus – Depto. Metodologia de Ensino/MEN/UFSC
Claudia Junqueira de Lima Costa – Letras/LLV/CCE/UFSC
Clarilton Ribas – CCA/UFSC
Clécio Azevedo da Silva – Depto. Geociências/CFH/UFSC
Cledimar Rogério Lourenzi – UFSC
Clelia Mello – Depto. Artes/UFSC
Cristian Koliver – Depto. Informática e Estatística/CTC/UFSC
Cristina Scheibe Wolff – História/UFSC
Cristine Garcia Gabriel – Depto. Nutrição/UFSC
Cynthia Machado Campos – Depto. História/Aposentada/UFSC
Daniel Ricardo Castelan – Depto. Economia e Relações Internacionais/UFSC
Daniela Ribeiro Schneider – Psicologia/UFSC
Daniele Cima Cardoso – Depto. Serviço Social/UFSC
Daniele Lima Gelbcke – UFSC
Danielle Annoni – Depto. Direito/UFSC
Denise Pires – Depto. Enfermagem/UFSC
Deborah Cristina Amorim – UNOCHAPECÓ
Delamar Dutra – Filosofia – UFSC
Dimas de Oliveira Estevam – UNESC
Dulce Márcia Cruz – Depto. Metodologia de Ensino/UFSC
Edilane Bertelli – DSS/CSE/UFSC
Edviges Ioris – Depto. Antropologia/CFH/UFSC
Elaine Aparecida Teixeira Pereira – USJ e Pesquisadora do GPEFESC/UFSC
Elison Antonio Paim – Depto. Metodologia de Ensino/UFSC
Elsa Cristine Bevian – Depto. Direito/FURB
Erni J. Seibel – Depto. Sociologia e Política/SPO/UFSC
Eros Marion Mussoi – UFSC
Estevan Muñoz – Campus Curitibanos/UFSC
Eva Yamila da Silva Catela – Depto. Economia e Relações Internacionais/UFSC
Fábio Lopes da Silva – UFSC
Fábio Luiz Búrigo – UFSC
Fábio Machado Pinto [Bagé] – Depto. Metodologia de Ensino/MEN/UFSC
Fabrizio Guinzani – UNESC
Felipe Faria Brognoli – Psicologia/CESUSC
Flávia Regina Souza Ramos – PPG Enfermagem/UFSC
Flavio Miguel de Oliveira Zimmermann – Filosofia/Campus Chapecó/UFFS
Fraciele Petry – CED / UFSC
Gabriel Bueno – Psicologia/CESUSC
Gelso Marchioro – UNOCHAPECO
George França – CA/UFSC
Gerson Renzetti Ouriques – Depto. Física/UFSC
Giani Rabelo – UNESC
Gilka Girardello – Depto. Metodologia de Ensino/MEN/UFSC
Giovana Ilka Jacinto Salvaro – UNESC
Gisele Silveira Coelho Lopes – UNESC
Gláucia de Oliveira Assis – LABGEF/FAED/UDESC
Graziela Del Monaco – Depto. Metodologia de Ensino/MEN/UFSC
Golberi de Salvador Ferreira – Pró-Reitor de Extensão e Relações Externas/PROEX/IFSC
Helenara Fagundes – UFSC
Helton Ricardo Ouriques – Depto. Economia e Relações Internacionais/UFSC
Henrique Finco – Jornalismo/CCE/UFSC
Hermetes Reis de Araújo – UFSC
Ilka Boaventura Leite – ANT/UFSC
Iracema Soares de Sousa – CDS/DEF/UFSC
Ismael Francisco de Souza – UNESC
Ivo Marcos Theis – Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional/FURB
Jaime Cesar Coelho – Depto. Economia e Relações Internacionais/UFSC
Jaime Hillesheim – UFSC
James Luiz Berto – Campus Chapecó/UFFS
Janete Triches – UNESC
Janine Moreira – UNESC
Jason de Lima e Silva – Depto. Metodologia de Ensino/MEN/UFSC
Jeanine Nicolazzi Philippi – UFSC
Jean-Marie Farines – Depto. Automação e Sistemas/CTC/UFSC
Jesiel de Marco Gomes – Depto. Economia e Relações Internacionais/UFSC
João Alberto Ramos Batanolli – UNESC
João Henrique Zanelatto – UNESC
João José Piacentini – UFSC
Jonas Salomão Spricigo – Prof Enfermagem – UFSC
Joana Célia dos Passos – Depto. Estudos Especializados em Educação/CED/UFSC
Joana Maria Pedro – Depto. História/UFSC
Joaquim Nestor Braga de Moraes – Depto. Física/UFSC
Joni da Silva Fraga – Depto. Automação e Sistemas/CTC/UFSC
Jorge Paulino da Silva Filho – USJ
Jose Eduardo R Cury – DAS/CTC/UFSC
José Messias Bastos – GCN/UFSC
José de Araújo Filho – Psicologia/FCSF/CESUSC
Jucinei Comin – CCA/UFSC
Julio Cesar Pires Santos – PPG Manejo do Solo/UDESC/Lages
Kátia Maheirie – PPG Psicologia/UFSC
Kênia Mara Gaedtke – Instituto Federal de Santa Catarina/Campus Jaraguá do Sul
Lauro Mattei – Depto. Economia e Relações Internacionais/UFSC
Leda Scheibe – UFSC
Leandro Buss Becker – Depto. de Automação e Sistemas/CTC/UFSC
Liliane Moser – UFSC
Lívia de Souza Vieira – Bom Jesus/IELUSC/Joinville
Lírio Luiz Dal Vesco – UFSC/Campus Curitibanos
Lino Fernando Bragança Peres – Depto. Arquitetura e Urbanismo/UFSC
Lucas Rezende – Depto. Economia e Relações Internacionais/UFSC
Lucidio Bianchetti – Depto. Estudos Especializados em Educação/EED/UFSC
Lucilene de Abreu – UNOCHAPECÓ
Lucy Cristina Ostetto – UNESC
Luis Afonso dos Santos – UNESC
Luis Carlos Borsuk – UNOCHAPECÓ
Luís Roberto Marques da Silveira – Departamento de Arquitetura e Urbanismo/CTC/UFSC
Luiz Fernando Scheibe – UFSC
Luiz Carlos Pinheiro Machado Filho – UFSC
Luzinete Simões – PPGICH/UFSC
Maira Tellechea da Silva – UNOCHAPECÓ
Magda do Canto Zurba – Depto. Psicologia/UFSC
Marcelo Arend – Depto. Economia e Relações Internacionais/UFSC
Marcelo C. Raupp – História – UDESC
Marcos Aurélio da Silva – Graduação e Pós-Graduação em Geografia/UFSC
Marcos Baltar – DLLV/CCE/UFSC
Marcos José Müller – Depto. Filosofia/UFSC
Marcelo Henrique Romano Tragtenberg – Depto. Física/UFSC
Maria Alice Neves – Biologia/UFSC
Maria Aparecida Crepaldi – Psicologia/UFSC
Maria do Carmo Saraiva – CDS/UFSC
Maria Cristina Marcon – Departamento de Nutrição – CCS – UFSC
Maria Bernardete Ramos Flores – Depto. História/CFH/UFSC
Maria de Lourdes Borges – Filosofia/UFSC
Maria Clara Kaschny Schneider – Professora e Reitora/IFSC
Maria Eugenia Dominguez – Depto. Antropologia/CFH/UFSC
Maria Elisa Máximo – IELUSC/Joinville
Maria Juracy Filgueiras Toneli – Depto. Psicologia/CFH/UFSC
Maria Inês Sugai – Arquitetura e Urbanismo/CTC/UFSC
Maria Márcia Imenes Ishida – Depto. Microbiologia, Imunologia e Parasitologia/CCB/UFSC
Maria Lucia de Barros Camargo – UFSC
Mariana Paolozzi da Cunha – Filosofia/UFSC
Marilena Matiko Watanabe de Moraes – Depto. Física/UFSC
Maristela Fantin – Depto. Estudos Especializados em Educação/EED/UFSC
Marli de Oliveira Costa – UNESC
Márnio Teixeira-Pinto – Professor Associado/Antropologia/CFH/UFSC
Michele Cardoso – UNESC
Milene Tonetto – FIL/UFSC
Miriam Grossi- ANT/UFSC
Misael Correa – UFSC
Mirella Alves de Brito – Estácio de Sá/Florianópolis
Miriam Hartung – Antropologia/UFSC
Monica Hass – Diretora de Extensão/Pró-Reitoria de Extensão e Cultura/UFFS
Nazareno José de Campos – Departamento de Geociências/CFH/UFSC
Nestor Habkost – Depto. Metodologia de Ensino/UFSC
Neila Maria Viçosa Machado – Depto. Nutrição/CCS/UFSC
Nise Jinkings – Depto. Metodologia de Ensino/MEN/UFSC
Nuely Fatima Seabra – UNOCHAPECÓ
Odette Maluf Teixeira – Arquitetura e Urbanismo/Aposentada/UFSC
Orlando Ferretti – Depto. Metodologia de Ensino/UFSC
Oscar Rover – CCA/UFSC
Oswaldo de Medeiros Ritter – Depto. Física/CFM/UFSC
Patricia Lima – CED/UFSC
Patrizia Ana Bricarello – UFSC
Paulo Pinheiro Machado – História/UFSC
Paulo Sérgio Osório – UNESC
Paulo Lovato – CCA/UFSC
Pedro Vieira – Depto. Economia e Relações Internacionais/UFSC
Prudente José Silveira Mello – Presidente e Professor do CESUSC
Rafael Rodrigo Mueller – UNESC
Rafael José de Menezes Bastos – Depto. Antropologia/UFSC
Raquel Fabiana Lopes Sparemberger – UNESC
Raquel Wandelli – Jornalismo/Universidade do Sul de Santa Catarina
Raúl Burgos – CFH/UFSC
Reinaldo Lindolfo Lohn – Depto. História/UDESC
Reginaldo de Souza Vieira – UNESC
Remy J. Fontana – Depto. Sociologia e Política/SPO/UFSC
Ricardo Luiz de Bittencourt – UNESC
Ricardo Gaspar Muller – UFSC
Richarles Souza de Carvalho – UNESC
Rochelle Santos – Design/UFSC
Rodrigo Gonçalves dos Santos – Depto. Arquitetura e Urbanismo/UFSC
Rosane Maria dos Santos Ghedin – UNESC
Rosely Perez Xavier – Depto. Metodologia de Ensino/MEN/UFSC
Rossana Pacheco da Costa Proença – Depto. Nutrição/UFSC
Samuel Lima – UnB e LASTRO/UFSC
Samuel Steiner dos Santos – Depto. Arquitetura e Urbanismo/UFSC
Sandra Mendonça – CA /UFSC
Sandro Eduardo Grisa – UNESC
Selvino J. Assmann – Depto. Filosofia/CFH/UFSC
Sérgio Freitas – Saúde Pública/UFSC
Sergio Torres Moraes – Depto. Arquitetura e Urbanismo/CTC/UFSC
Shirley Kuhnen – UFSC
Silvana Winckler – UNOCHAPECÓ
Sílvia Maria Fávero Arend – História/UDESC
Sílvio Melatti – IELUSC/Joinville
Simone Schmidt – LLV/UFSC
Sônia Maluf – CFH/UFSC
Sonia Afonso – Depto. Arquitetura e Urbanismo/UFSC
Soraya Nór- Arquitetura e Urbanismo/UFSC
Suzana Simon – UNESC
Suzi Barletto Cavalli – Depto. Nutrição/CCS/UFSC
Tais Regina Ferraz da Silva – Psicologia/CESUSC
Tarcisio Wickert- Depto. Ciências Sociais e Filosofia/FURB
Tânia Maris Grigolo – Psicologia/CESUSC/Florianópolis
Teresinha Maria Gonçalves – UNESC
Tiago Coelho – UNESC
Valdete Daufemback Niehues – Jornalismo/IELUSC/Joinville
Vania Beatriz Monteiro da Silva – Depto. Metodologia de Ensino/MEN/UFSC
Vania Manfroi – UFSC
Vânia Vitório – UNESC
Vânia Z. Cardoso – Depto. Antropologia/UFSC
Valeska Nahas Guimarães – CCA/UFSC
Vera Bazzo – CED/UFSC
Vidalcir Ortigara – UNESC
Walter Pereira Carpes Jr. – EEL/UFSC
William Gerson Matias – Dep. Engenharia Sanitária e Ambiental/UFSC
Wilson [Feijão] Schmidt – UFSC
Werner Kraus Junior – Depto. Automação e Sistemas/CTC/UFSC
Zilma Isabel Peixer – UFSC
Zuleide Maria Ignácio – UFFS/Campus Chapecó”

Prejuízo

Fundação de Previdência Complementar da Celesc, a Celos, maior fundo de pensão de Santa Catarina, acumula um prejuízo de 137 milhões de reais, segundo documento que circula reservadamente na estatal. O resultado negativo é fruto de investimentos que não deram retorno para a Celos. Já foram contabilizados em balanço anual.

Mudanças na Diocese

A diocese de Joinville está preparando uma mexida em parte das paróquias das 18 cidades de cobertura na região.Haverá mudanças em 23 delas, com transferência e chegada de novos padre. Hoje, a diocese conta com 130 sacerdotes.