Pérolas e pedradas do PedroKA
Hoje sou obrigado inclusive a alterar o título da minha coluna, por dois motivos, o primeiro e que é o maior, são as pérolas. No sábado eu e Zuleika comemoramos Bodas de Ouro pelos 50 anos de casados. Como canta Roberto Carlos, foram muitas emoções. Amigos do coração e que conosco estiveram puderam testemunhar a celebração religiosa realizada pelo Padre Luíz na Capela do Divino Espírito Santo, enfeitada pelos arranjos florais da Dois Corações (Kriemilde e Sirley), como sempre registro "Mãos de Fada", pela dedicação e carinho que sabemos como foram feitos. Pela Aline Decorações, toalhas e tecidos. Ao Jony Schier, voz e violão pelas canções entoadas. Ao Arison pela criatividade e profissionalismo nas projeções da parte litúrgica. Ao pequeno anjo Sofia que encantou a todos com a leveza de movimentos e a riqueza de sua beleza.

Pedradas
Como nem tudo são flores, e o que me entristece é o amadorismo de certas pessoas e estabelecimentos que deveriam primar pela qualidade dos serviços e atendimento. São cartões de visitas que acabam por se tornar manchas que com certeza não serão facilmente esquecidas pelos que aqui vieram, por uns tão bem recebidas e outros que denigrem a nossa imagem. Gostaríamos de poder estar elogiando a todos como o fizemos acima, mas não merecem. Primeiro foi a decepção com o serviço de Eventos de um determinado hotel. Não é só a imagem e a suntuosidade que conta. Segundo a falta de profissionalismo de outro que cancelou nossas reservas feitas antecipadamente porque os proprietários e administradores estariam aproveitando o feriadão para eles fazerem turismo. Um dos hotéis que justamente abrigou hóspede vindo de Brasília, acostumado a viajar pelo mundo, solicitou um táxi e foi recomendado que o procurasse na Rodoviária. Ainda bem que ele não levou as malas e embarcou no primeiro ônibus. Lá não encontrou nenhum e foi informado que não estavam circulando poque era feriado. Obrigou-se a me telefonar e fui buscá-lo. A procura, quase um périplo por salão de beleza para atendimento de algumas visitantes, no sábado. Salvos pela salão da Mônica no Super Center Germânia, este com a melhor boa vontade. O mesmo casal que não conseguiu táxi, no sábado pela manhã visitou a casa do Artesão, no prédio da Prefeitura. Queriam comprar casinhas de madeira para passarinhos que viram no alto da loja. Perguntaram o preço e a atendente de plantão respondeu que precisaria de uma escada para verificar. Então eles responderam que iriam continuar a caminhada e mais tarde passariam por lá novamente. Sabem quando voltaram? Nunca! São registros que faço como já escrevi com tristeza, pois lamentavelmente possuímos uma Diretoria de Turismo que continuo dizendo que só serve para cabide de emprego.
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