Pedradas do PedroKA - Miscelania
Estão previstos atos contra a administração de Bolsonaro, nos moldes dos de duas semanas atrás, para o próximo dia 30.
Rodrigo Prando, cientista político da Universidade Mackenzie, de São Paulo. "Tudo entra numa ótica quantitativa: quem consegue levar mais gente para a rua, e não numa ótica qualitativa, de pensar na superação das crises do País. Essa escalada de manifestações pode aprofundar a crisa paralisar o País. Sucessivas manifestações geram instabilidade."O cientista político José Alvaro Moisés, da USP, afirma que há uma tendência de atos na rua desde 2013. "Em certo sentido, é um despertar de uma cidadania mais ativa, independentemente da posição ideológica dos participantes. No governo Bolsonaro, isso parece crescer porque o próprio governo incentiva as manifestações, sem que ele perceba que isso pode ser uma armadilha para um governo frágil, mal avaliado. Talvez estejamos entrando em uma fase de mobilização permanente, e isso tem pontos a favor e contra a democracia representativa. Mas se isso cresce, pode suscitar conflitos."
"Trata-se da disputa por espaço midiático", afirma o cientista político Kleber Carrilho, da Universidade Metodista de São Paulo. "As questões políticas se negociam em outros espaços. Além do show, ontem (domingo) pouca coisa foi importante. Como também no caso da oposição, que tem se manifestado, mas não tem proposta apresentada"
Na avaliação de Fernando Luiz Abrucio, da Fundação Getúlio Vargas, o ambiente político segue inalterado após os atos, sem mudanças no jogo de força entre Executivo e Legislativo. "O Congresso não foi pressionado pelo movimento. Ele causou certo constrangimento ao presidente, em vez de mostrar força. É um grupo relevante, mas é menor nas ruas que outros grupos como os do centrão e da oposição", observou o cientista político. "A polarização no chão social sobe fácil para o vértice do sistema. Faz a temperatura ficar elevada, com o Executivo atritando o Legislativo e sendo por ele atritado, sem que se veja no horizonte qualquer saída. O vértice, porém, tem suas responsabilidades. Não pode se deixar contagiar pelas vozes das ruas", diz o cientista político Marco Aurélio Nogueira.
Se há progresso, sou contra!
Parece ser esta a tônica e o posicionamento do ambientalista Arnaldo de Conto. Foi contra o MIG em Oxford. Agora é contra o FORT no centro. Isto que ele é membro do Observatório Social, que até hoje. não serviu para nada e nem disse para que foi criado. Interessante que o escritório do Observatório funciona em sala do grupo Germania.
Sala VIP
Uma por dia
Uma amiga muito querida: Vivi Santos. E que venha 2020!
Arte e cultura

Gente que é notícia
Nilva Larsen Holz, Paulo Siqueira e Alminda
Em Joinville - Velhos companheiros de guerra. Maceió e Léo Sabala, na feijoada dos ex- A Notícia
Eduardo Ribeiro, presidente estadual do partido NOVO, em reunião na noite de terça em São Bento do Sul
Comando da PM em São Bento do Sul e vereadores, após palestra do Ten. Cel. Fabiano Dias Perfeito
O vinho torna cada refeição uma ocasião , cada mesa mais elegante, cada dia mais civilizado . – Andre Simon
É "de esquerda" ser a favor do aborto e contra a pena de morte, enquanto direitistas defendem o direito do feto à vida, porque é sagrada, e o direito do Estado de matá-lo se ele der errado.
Comentários
Postar um comentário