SOCIEDADE 04=04
A Páscoa da ressurreição, celebrada pelos cristãos como símbolo máximo de esperança, renovação e vitória da vida sobre a morte, contrasta fortemente com o cenário atual marcado por discórdias, conflitos e guerras ao redor do mundo. Esse contraste revela não apenas uma distância entre o ideal espiritual e a realidade humana, mas também um chamado urgente à reflexão. A origem da Páscoa cristã está ligada à ressurreição de Jesus Cristo, que, segundo a tradição, venceu a morte após ter sido crucificado. Esse evento simboliza o triunfo do amor, do perdão e da reconciliação. A mensagem central da Páscoa não é apenas religiosa, mas profundamente humana: a possibilidade de recomeço, de superação das dores e da construção de um mundo mais justo e pacífico. No entanto, ao observarmos o mundo contemporâneo, vemos um cenário que parece caminhar na direção oposta. Conflitos armados, tensões políticas e divisões ideológicas têm gerado sofrimento em diversas regiões. Eventos como a Guerra na Ucrânia e os constantes conflitos no Oriente Médio são exemplos claros de como a humanidade ainda luta para viver os valores de paz e fraternidade que a Páscoa propõe. Essas guerras não são apenas disputas territoriais ou políticas; elas refletem também a incapacidade de diálogo, a intolerância e o distanciamento entre os povos. Em vez de pontes, constroem-se muros. Em vez de reconciliação, perpetuam-se ciclos de vingança. Esse contexto torna a mensagem pascal ainda mais relevante e necessária. A Páscoa nos convida a olhar para dentro e questionar: estamos contribuindo para a paz ou para o conflito? Em nossas relações cotidianas, reproduzimos atitudes de empatia, respeito e perdão, ou alimentamos divisões e ressentimentos? A transformação global começa com mudanças individuais, e o espírito da ressurreição pode ser vivido não apenas na fé, mas nas ações concretas do dia a dia. Portanto, ao comparar a Páscoa da ressurreição com as discórdias e guerras atuais, percebemos um paradoxo: enquanto a data celebra a vida, o mundo ainda insiste em flertar com a destruição. No entanto, é justamente nesse contraste que reside sua força. A Páscoa não ignora a dor do mundo, mas oferece um caminho alternativo — o da esperança, da reconciliação e da paz. Assim, mais do que uma celebração, a Páscoa se torna um convite urgente: ressuscitar valores esquecidos em meio ao caos contemporâneo e reconstruir, pouco a pouco, uma humanidade mais solidária e harmoniosa.
A Palestrante e treinadora Coorporativa Adelita Fernandes e Marco Aurélio Alexandre Kuchler e Núbia Cristofoline, ela empossada como presidente do SINDILOJAS
Michele Sluminski, ela que já foi Miss, para quem a beleza só faz bem, comemorou aniversário





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