SOCIEDADE - EXPORTANDO TALENTOS, QUEBRANDO PRECONCEITOS - PERPETUANDO MEMÓRIAS -GENTE QUE É NOTÍCIA - 30=05
EXPORTANDO TALENTOS - QUEBRANDO PRECONCEITOS
Maria Luiza Munhoz, Campo Alegrense, 35 anos, casada, Pai: Elcio Bento Munhoz, Mãe: Silvana Maria Pykosz Munhoz. Estudou até o terceiro ano do ensino fundamental na escola municipal Maria José D S Bernardes em Campo Alegre. Do quarto ano até a oitava série frequentou o colégio Marista (Escola de Educação Básica São bento do Sul – EEB São Bento). E o ensino médio foi realizado na escola Bom Jesus São José, também em São Bento do Sul. De 2009 a 2013 cursou medicina veterinária na Universidade do Estado de Santa Catarina no Centro de Ciências Agroveterinárias (CAV – UDESC) em Lages. Realizou pós-graduação em Clínica médica e cirúrgica, e reprodução de equinos pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC PR). Desde o fim da graduação até hoje segue fazendo cursos e participando de congressos voltados a área de reprodução e também na produção in vitro de embriões equinos. Desde criança eu quis ser veterinária, sempre tive muito contato com animais e por influência do pai (que foi domador de cavalos), aprendi a montar e manejar cavalos desde pequena. Então para mim, o caminho para a medicina veterinária foi sempre muito natural e claro. Durante a graduação o contato com a área de reprodução de equinos foi pequeno, mas suficiente para despertar interesse. E foi no estágio final que a decisão de me especializar nessa área foi tomada. Apesar da paixão por cavalos, trabalhei também com atendimento a pequenos animais no Pet&Cia em Campo Alegre. Em 2016 iniciei minha jornada com reprodução no haras Haras Monte Vale no Piên/PR. E nos anos seguintes ampliei os atendimentos na região, trabalhando também em haras e cabanhas em Rio Negrinho, São Bento do Sul, Campo Alegre e Joinville. Em 2018 recebi o convite para ser a responsável pelo programa de transferência de embriões durante a estação de monta no Wuhan Jockey Club em Daqing, na China. Nessa época foi possível conciliar o trabalho lá e no Brasil, pois a estação de monta na China foi de Abril – Setembro e na nossa região de Outubro a Março. Em 2021 recebi novamente uma proposta para sair do país, porém para atuar em um haras de cavalo árabe em Ajman, nos Emirados Árabes Unidos. Desde então sigo a responsável pelo programa de reprodução no mesmo haras, o MK Arabians, atuando exclusivamente com inseminação artificial, coleta de sêmen de garanhões e transferência de embriões. Atuar como médica veterinária aqui é bem recompensador, tenho um excelente reconhecimento profissional. Apesar de o país ter uma cultura completamente diferente da nossa no Brasil, não enfrento nenhum tipo de preconceito, não preciso cobrir o cabelo nem usar roupas diferentes (a não ser quando visitando pontos turísticos religiosos). O respeito também se reflete no trabalho. A equipe do haras é composta por 14 funcionários sendo eu a única mulher. Mas também tem alguns “perrengues”, alguns ajustes de manejo do haras precisam ser pontuados semanalmente para que sejam executados, e alguns mitos com relação a taxa de sucesso e técnicas aplicadas precisam ser esclarecidos com frequência.Arte com terra que transforma espaços.
Isaac Moraes é um artista que encontrou na terra a sua linguagem. Suas obras nascem do contato direto com o solo, onde cada pigmento carrega origem, memória e identidade. Ao longo dos anos, levou essa pesquisa para escolas, espaços públicos, marcas e colecionadores, criando experiências que conectam pessoas àquilo que é essencial. Seu trabalho parte de um princípio simples: aquilo que nos forma também pode nos expressar.
No espaço gastronômico Bentö Wine Bar, vai ganhando forma a obra do artista Issac Moraes que reproduz homenagem à memória do inesquecível Xerife -Affonso Treml, fundador e maestro da centenária Banda Treml. A obra eterniza a figura do maestro, em espaço escolhido e de propriedade de sua neta Cleyde Treml, homenageando seu avô paterno. Na obra ainda em execução, o artista reproduz em destaque a figura do maestro, o coreto de Praça, tendo ainda rabiscos da Igreja Matriz e outros detalhes regionais. O trabalho todo é feito usando terra local como matéria prima para a tinta. Do mesmo artista existem obras usando como matéria prima, chocolate e na Argentina vinho. Isaac estuda reproduzir a estação ferroviária e a passagem do trem no Café Doce Paraíso, no mesmo imóvel.
Terra que vira imagem, memória, presença
GENTE QUE É NOTÍCIA
José Henelito Weiss e Juciane Visintainer Weiss, amar vale a pena
Guilherme Hansch e Ana Carolina Redlich Hansch, eternos namorados
Não sou eu quem me navega
Quem me navega é o mar
É ele quem me carrega
Como nem fosse levar (Paulinho da Viola)



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