PEDRADAS DO PEDROKA - VERGONHA -
Que vergonha. Depois das agressões e desaforos ao Dr.Tirso, vice-prefeito, integrantes do primeiro escalão municipal, apoiando este traste, aspedefomelo. Triste para São Bento do Sul. Acharam um jeito de aparecer. Vamos ver quantos votos. Na minha prefeitura Ra-ré-ri-ro- RRRUAAA!. E vão pedir emprego para o desqualificado.
E agora Teimozine? Estão falando em seu nome também? “Podem as palavras, ditas ou escritas, machucar, mas jamais causarão dor maior que o silêncio.”Um cala boca no Voz Única da ACISBS e outras entidades, para não dizer desrespeito, falta de unidade, egocentrismo, individualismo e narcisismo. Senhor da Glória!
UNIDADE OU CONVENIÊNCIA?
Na política, existem dois caminhos muito distintos. Há quem trabalhe para unir pessoas, somar forças e construir projetos coletivos em benefício de toda a comunidade. São aqueles que entendem que o interesse público deve estar acima das vaidades pessoais e das disputas por espaço.
Por outro lado, há quem enxergue a política apenas como um meio de se aproximar do poder. Não buscam contribuir com ideias, mas garantir proteção, privilégios e favores. Preferem estar ao lado de quem manda para sentir-se apadrinhados, acreditando que a proximidade com o poder lhes assegurará vantagens pessoais.
Essa postura tem um preço. Quem depende de favores dificilmente exerce o direito de cobrar. O silêncio torna-se a moeda de troca. A crítica desaparece, a fiscalização enfraquece e a independência dá lugar à conveniência.
Uma sociedade forte precisa exatamente do contrário. Precisa de pessoas livres para elogiar quando o governo acerta, mas igualmente livres para apontar erros, exigir transparência e cobrar resultados. A verdadeira parceria entre representantes e cidadãos não se baseia na troca de favores, mas na responsabilidade e no compromisso com o bem comum.
A unidade que vale a pena não é aquela construída pela submissão ou pela conveniência. É a unidade formada por cidadãos conscientes, capazes de somar esforços sem abrir mão da autonomia, da ética e do direito de fiscalizar quem ocupa cargos públicos.
Afinal, o poder é passageiro. Os interesses da comunidade permanecem. E é por eles que a política deve existir.

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